No dia 31 de março é comemorado o Dia Mundial da Saúde e Nutrição para a conscientização da população sobre a importância da boa alimentação e manutenção da saúde. Os alimentos são responsáveis por fornecer energia e sustento ao corpo, controlar a pressão arterial e também liberam neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar e muitos outros benefícios.
Uma boa nutrição diária deve ser composta de vitaminas, fibras, carboidratos de baixos teor glicêmico e densidade calórica, encontrados em alimentos in natura, isto quer dizer, que não passaram por processamentos.
Alimentos in natura são frescos, como verduras, frutas, legumes e carnes.
Alimentos minimamente processados são alimentos in natura que passaram por alterações industriais, como moagem, secagem e formas de conservação. Por exemplo, arroz, farinhas, sucos e leite.
Alimentos processados são derivados de alimentos in natura ou minimamente processados que sofrem adição de sal, açúcar, óleo e vinagre, como enlatados, extratos ou poupa de tomate, manteiga e queijos.
Alimentos ultraprocessados são de baixíssimo valor nutricional e de alta densidade calórica por conter formulações sintéticas que realçam a cor, sabor e conservação dos alimentos, como embutidos, pães de forma, molhos prontos e congelados. Embora sejam os mais baratos e práticos, o consumo desses alimentos devem ser evitados pela alta concentração de gordura, sal e açúcar e estrem associados a obesidade, diabetes e doenças cardíacas.
Práticas saudáveis
A alimentação também está ligada à disposição e resistência física, que combinados à prática regular de ingestão de água, exercícios físicos e horas de sono adequadas, reduzem níveis de estresse, previnem obesidade, diabetes, desenvolvimento de tumores, doenças cardiovasculares e gastrointestinais. disfunções do fígado e rins.
“Não existe fórmula mágica”, alerta a nutricionista Renata Alves. “A mudança da alimentação já gera resultados, claro, mas os exercícios aceleram o processo de gasto energético”, complementa.